sexta-feira, 31 de julho de 2009

Saco e´um saco


"vamos dar valor ao meio.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e a secretária estadual do Ambiente/RJ, Marilene Ramos, lançam, nesta segunda-feira, às 9h, na Ecobarreira do Canal do Cunha, na Maré, a Campanha 'Saco é um Saco', com os moradores da comunidade que vão trocar sacolas plásticas por bolsas feitas de material reutilizável. O ato consolida o projeto de lei - que obriga estabelecimentos comerciais a substituírem gradualmente os sacos plásticos - sancionado no final do mês passado pelo governador Sérgio Cabral, por meio do seu vice-governador Luiz Fernando Pezão. O evento terá a participação do presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Luiz Firmino Martins Pereira, e de representantes de várias entidades. Segundo Marilene Ramos, os estabelecimentos comerciais que fazem uso das sacolas plásticas terão de seis meses a três anos para efetuar a substituição, a contar da entrada em vigor da lei. - Os comerciantes não serão obrigados a recomprar sacolas, mas poderão dar incentivos à população. Por exemplo, cada 50 sacolas podem ser trocadas por um quilo de feijão ou, a cada cinco itens que forem levados fora de sacolas plásticas, ganha-se um desconto de R$ 0,03 - expliocu a secretária. A Ecobarreira do Canal do Cunha foi o cenário escolhido para o ato por reter grande quantidade de lixo flutuante lançado nos corpos hídricos. Em média, 590 quilos de garrafas pet e 600 quilos de plástico, incluindo sacolas plásticas são retirados por mês, resultando em sérios prejuízos para o meio ambiente, pois uma sacola plástica l"

Meio Ambiente busca consenso para novo Código Ambiental

Produzir um Código Ambiental aceito por ambientalistas e ruralistas. Esse vai ser o grande desafio da Comissão de Meio Ambiente no próximo semestre, segundo o presidente da Comissão, deputado Roberto Rocha (PSDB-MA). Na avaliação do parlamentar, é possível conciliar os interesses em defesa do meio ambiente.
"Nós vamos tentar modificar o Código Florestal, feito há 43 anos, quando não existia georreferenciamento nem monitoramento por satélite e nem sequer existia a Embrapa", afirmou.
Coordenador da bancada da agropecuária, o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) apresentou neste ano projeto que institui o Código Ambiental Brasileiro (PL 5367/09, em substituição ao atual Código Florestal. Colatto quer que a União seja responsável apenas pelas diretrizes gerais da política nacional de meio ambiente, dando aos estados a tarefa de legislar sobre suas peculiaridades.
"Nós estamos propondo um pacto federativo ambiental descentralizado, no qual a União fique com as linhas gerais, e as específicas fiquem com os estados, porque o Brasil é um país continental, é um país em que você não consegue, pela diversidade, pela diferença entre Amazonas e Santa Catarina, por exemplo, fazer uma lei só", disse.
Um dos pontos principais da proposta de Colatto é a compensação financeira para produtores rurais que preservem a natureza. O deputado afirma que, hoje, a legislação serve apenas para punir o produtor que não recupera as áreas usadas.
O deputado Paulo Piau (PMDB-MG), membro titular da comissão de Meio Ambiente, também é a favor de um novo Código Ambiental. Ele acredita que os estados devem ter mais poder de legislar sobre o meio ambiente, mas defende, por exemplo, que tanto os grandes produtores quanto os agricultores familiares tenham a mesma responsabilidade na preservação ambiental.
"O que não queremos é um remendo, tratar diferentemente a agricultura familiar da agricultura empresarial, como se meio ambiente tivesse categoria", disse.

Projeto FRUTIFICAR






É alarmante o desmatamento nas florestas brasileiras, pesquisas apontam que o desmatamento na Amazônia já atinge 13% da cobertura original. O caso da Mata Atlântica é ainda mais trágico, pois apenas 9% da mata sobrevive à cobertura original de 1500. Embora os casos da Floresta amazônica e da Mata Atlântica sejam os mais problemáticos, o desmatamento ocorre em todo o país. O crescimento das cidades também tem provocado a diminuição das áreas verdes. O crescimento populacional e o desenvolvimento das indústrias demandam áreas amplas nas cidades e arredores. Áreas enormes de matas são derrubadas para a construção de condomínios residenciais e pólos industriais. Rodovias também seguem neste sentido. Cruzando os quatro cantos do país, projetos rodoviários provocam a derrubada de grandes faixas de florestas. Foi pensando nisso o presidente da ABRAM - Associação Brasileira de Motociclistas, Lucas Pimentel criou o Projeto Frutificar. "A idéia básica é estimular os motociclistas a adotarem práticas ecologicamente corretas, através da informação e realização de ações ecológicas", completa Pimentel. A ABRAM resolveu criar uma ação diferenciada, preocupado com a necessidade de inserir o motociclista no contexto da preservação do meio ambiente, lançou no Salão Internacional Duas Rodas 2007, o Selo de Responsabilidade Sócio-Ambiental “Parceiros do Motociclismo Ecológico”, e dando continuidade nessa iniciativa lançou o Projeto FRUTIFICAR, onde os participantes são convidados a assumirem o seguinte conceito: "Após comer uma fruta, frutifique, devolva a semente à natureza". Cada participante é convidado a plantar numa embalagem reciclada de leite integral, a semente da fruta consumida, como por exemplo: abacate, limão, manga, goiaba, em geral árvores frutíferas comestíveis para o homem. As mudas serão plantadas individualmente ou em grupos.

Somos 12 milhões de motociclistas brasileiros, se cada motociclista plantar uma árvore por ano, teremos 12 milhões de novas árvores em 1 ano, e cerca de 60 milhões em 5 anos, e esse reflorestamento sem dúvida nenhuma será muito significativo para nosso país", afirma Pimentel. Os voluntários do Projeto Frutificar poderão enviar fotos das mudas e árvores plantadas, para serem publicadas no site da ABRAM. Veja algumas instruções para o plantio de algumas espécias frutíferas sugeridas: Laranja. (clique aqui) Abacate. (clique aqui) Manga. (clique aqui) Os voluntários do Projeto Frutificar poderão enviar fotos das mudas e das árvores plantadas, que serão publicadas no site da ABRAM.

Acordo para isentar países pobres

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Princeton (EUA) acaba de propor um método para dividir de maneira equilibrada a redução de gases-estufas na atmosfera: basta limitar as emissões dos ricos, onde quer que vivam.

De acordo com o estudo, publicado na revista PNAS, os países desenvolvidos cumpririam reduções rigorosas e, ao mesmo tempo, os países em desenvolvimento poderiam se engajar nos cortes sem prejudicar sua economia. A partir do princípio das “responsabilidades comuns porém diferenciadas”, seria avaliado dentro de cada país quanto cada cidadão emite e quais emitem acima do ideal.

O grupo se baseou na noção de que o nível de emissões de uma pessoa está diretamente relacionado ao seu nível de renda. Usando dados de instituições como o Banco Mundial, é possível estimar as emissões de CO2 de cada nação e ver também quem está emitindo quanto.

Conhecendo os grandes emissores individuais, é possível calcular uma meta mundial de redução e repartir esse prejuízo entre essas pessoas, vivam elas onde for. Os países ricos, como naturalmente têm um número maior de grandes emissores, terão de se esforçar mais para cortar seu CO2.

No Brasil, é possível que haja 13 milhões de pessoas acima da meta em 2030, e teria de cortar 4% das emissões. Os EUA teriam 285 milhões de pessoas acima do limite e teriam de cortar 60%.

Esse e outros temas serão tratados na plenária Caminhos para um mundo de baixo carbono: ruptura ou transição?, durante o Sustentável 2009.

Aquecimento global



É o que diz um renomado geólogo australiano, para quem as alterações climáticas são uma farsa perpetuada por ambientalistas.
Ian Plimer, que é professor de geologia da mineração na Universidade de Adelaide, chega mesmo a dizer que a ideia do aquecimento global virou a nova religião para as elites urbanas dos países ricos. Ele é um crítico do chamado “aquecimento global antropogênico” — ou seja, produzido pelo ser humano — e da ortodoxia ambiental corrente, segundo a qual o fenômeno pode ser revertido por meio da redução da poluição atmosférica.
Para Plimer, o aquecimento global é algo natural, com muitos precedentes na história do planeta. Ele não é o primeiro cientista renomado a dizer isso, mas dá mostras de que não irá se dobrar ante a pressão do “jacobinismo ambiental”. Plimer acaba de publicar o seu mais recente livro sobre o tema do aquecimento global.
Trata-se de “Heaven and Earth — Global Warming: The Missing Science”, no qual ele retoma muito de um livro seu de 2001. Plimer encontrou dificuldades para achar uma editora disposta a publicar seu último livro devido à intimidação do lobby ambientalista, mas “Heaven and Earth” já vendeu cerca de 30 mil cópias na Austrália e parece estar indo bem no começo das vendas na Grã-Bretanha e nos EUA.Basicamente, o geólogo australiano diz que o caráter dinâmico do clima da Terra sempre foi conhecido pelos geólogos, e essas mudanças são cíclicas e aleatórias, não sendo causadas ou significativamente afetadas pelo comportamento humano.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Crimes Ambientais

Por muito tempo existiu a crença de que cuidar do ambiente não era necessário e, até mesmo, nocivo aos negócios. Hoje, empresas pagam multas muito altas e seus dirigentes correm o risco de serem presos por crimes ambientais.

Os Crimes Ambientais no Brasil, são levados a serio?

Vamos discutir o aquecimento global

Uma década atrás, o aquecimento global era apenas uma hipótese. Hoje é uma realidade. O último século foi o mais quente do milénio e a última década, a mais tórrida em 100 anos.

Os efeitos do aumento da temperatura podem ser vistos dramaticamente nos pólos. Lá, o gelo marítimo está se fundindo mais cedo e congelando mais tarde a cada ano, enquanto a sua massa total também diminui.

Certificados

Certificado IBD/FOAM Accredited
Certificado de produtos orgânicos, como alimentos e cosméticos. Garante que foram cultivados ou produzidos de formas sustentáveis, respeitando o meio ambiente e o trabalhador, e que os produtos estão livres de contaminação química.
Fair Trade Brasil
O selo Fair Trade significa que se levou em conta o bem-estar de trabalhadores e produtores rurais no cultivo do produto. Fazendeiros e cooperativas terão recebido um preço justo por sua produção e trabalhadores tiveram uma remuneração satisfatória pelo processamento ou colheita dos produtos, assim como condições de trabalho decentes.
Selo FSC
Atribuído pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal, este selo garante que produtos como papel, madeira e castanhas tenham vindo de áreas de reflorestamento ou de mata nativa com manejo controlado.
Comércio ético sem fronteiras
A Ethical Trading Initiative (algo como "Iniciativa do Comércio Ético") é uma associação de empresas, organizações não-governamentais e sindicatos. Sua função é criar e implementar códigos de práticas corporativas que sirvam de parâmetro para as condições de trabalho nas empresas que constituem seus fornecedores. Não existem garantias de que todas as mercadorias de uma empresa afiliada à iniciativa sejam produzidas por trabalhadores em condições adequadas de trabalho, mas ao menos elas estão discutindo o problema e buscando melhoras para o futuro. O site, www.ethicaltrade.org (em inglês), oferece ainda publicações (também em língua inglesa).
Ethiscore
A revista Ethical Consumer (em inglês, publicada no Reino Unido) desenvolveu um sistema que analisa produtos segundo uma série de critérios éticos, como condições de trabalho e proteção ao meio ambiente. O site da publicação (www.ethiscore.org, em inglês) dá acesso gratuito a grande parte das reportagens - apenas uma pequena parte é restrita aos assinantes.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

O Meio Ambiente


Ajudar o meio ambiente também é dever de todo o cidadão, não só da prefeitura e do governo. Muitas pessoas derrubam árvores para fazer bens materiais, nem sabem que destruindo uma árvore, estão destruindo um gerador de oxigênio, cortar a árvore que é o símbolo do Brasil, o pau-brasil, para fazer simples armários, mesas sem reflorestar não é correto.O jatinho todos falam que é luxuoso, mas ninguém sabe que árvores foram cortadas para fazer painéis de madeira, que animais foram mortos para fazer bancos de couro e a construção do luxuoso aeroporto deixou milhares de animais fora da floresta, destruindo também matas ciliares. Assim, se dentro do jatinho tiver oxigênio para tripulação, os passageiros irão gostar, daí a importância da preservação do ar puro e da água potável.Muita gente desperdiça água, polui os rios, recentemente um programa de TV anunciou que em 2050 não haverá mais água no planeta. Uma reportagem de O Diário fala sobre a poluição com óleo vegetal usado, segundo o IAP 54 mil litros de óleo vegetal usado são despejados na natureza todos os meses pela população maringaense, se tivéssemos um pouco de juízo, usávamos o óleo vegetal para fazer sabão, combustível e adubo, mas cerca de 10% do óleo é reciclado. Temos que guardar o óleo que sobrou da fritura dentro de garrafas plásticas e levar até um ponto de coleta que vai dar destino correto ao produto. Se as usinas não pararem de poluir o ar, muitas pessoas irão morrer de problemas respiratórios e a fumaça também causa o efeito estufa que vai aumentando a temperatura do globo terrestre.

lançamento da campanha



A campanha será dividida em dois momentos. O primeiro é a distribuição dos recipientes coletores, os Papa Pilha, que inicialmente estarão em escolas, órgãos públicos, secretarias distritais e mercados do município. O segundo momento é o desenvolvimento de uma campanha de conscientização da população. Para que a população tenha a atitude ecologicamente correta serão desenvolvidos folders explicativos e adesivos com o dizer "Eu Faço A Minha Parte".

resolução 257


Conforme classificação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), pilhas e baterias são resíduos perigosos e a má destinação deste material pode degradar, causar riscos e transmitir doenças. O Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA – emitiu neste ano a resolução 257 diz em seu artigo primeiro que o descarte de pilhas e baterias usadas deve ser feito nos estabelecimentos que os comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias. "Como a legislação ainda é desconhecida pela maior parte da população resolvemos iniciar uma campanha para dar a destinação correta aos resíduos

Ambientalista

O futuro Ambientalista , O domínio da língua portuguesa é requisito básico na profissão. Habitue-se a ler diariamente jornais, revistas e livros e a manter-se atualizado . Saiba que o trabalho em equipe é importante na profissão. Ouça o que as pessoas têm a dizer, aprenda com os mais velhos e respeite os mais jovens. O Ambientalista é uma carreira dinâmica, e nada melhor do que construir uma sólida rede de contatos. Nem o melhor dos Ambientalistas sabe tudo de todos os assuntos. Seja humilde e, em dúvida, não tenha vergonha de perguntar.. Domine as ferramentas básicas de informática e aprenda um ou mais idiomas, em especial o inglês.. Descubra "quem é quem" na área; mais do que isso, saiba construir sua rede de relacionamento, sua network, importante em qualquer carreira, principalmente na área Ambiental. Seja curioso, busque novos conhecimentos e amplie seus horizontes. Um bom Ambientalista tem na bagagem um vasto repertório de informações.. Seja ético e honesto em seu trabalho, pois só assim conseguirá o respeito e a credibilidade que o distinguirão na carreira.. Procure especializar-se numa área pela qual você tenha interesse genuíno.. Valorize a vida acadêmica e desenvolva senso crítico para ingressar e permanecer no mercado de trabalho.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Básica na ecologia

Como se alimentam as plantas? Básica na ecologia, a pergunta remete a um processo fundamental da vida: a fotossíntese. Esta não funciona, porém, sem água e elementos químicos, absorvidos pela raiz das plantas. Princípio da nutrição vegetal.Os primeiros relatos da agricultura datam, aproximadamente, de 10 mil anos. Ao produzir seu próprio alimento, a espécie humana supera a dependência animalesca da coleta florestal, da caça e pesca, permitindo o sedentarismo. Passo decisivo da humanidade.No delta dos grandes rios surgem os cultivos de cereais. Por quê? Acontece que ali, nas várzeas inundadas, o solo se enriquece com sedimentos orgânicos trazidos pelas enchentes anuais. Assim, a civilização nasceu próxima à foz dos Rios Tigres e Eufrates, na antiga Mesopotâmia, ou no vale do Rio Amarelo (Huang He), na China. O Egito de Cleópatra não existiria sem o Rio Nilo.Primordialmente, a adubação das plantas era natural, quer dizer, dependia da matéria orgânica e dos elementos químicos já depositados no solo. Até hoje tal primitivismo agrícola se pratica alhures. Ao derrubar uma floresta, os agricultores deitam nela a semente para aproveitar a terra "gorda", aquela rica mistura de folhas e galhos secularmente decompostos, chamada serrapilheira. Insetos, animais microscópicos, bactérias e fungos se alimentam da celulose armazenada nos vegetais, excretando húmus. Reino das minhocas.Com poucos anos de cultivo, todavia, as raízes das plantas sugam da terra a riqueza acumulada. Por isso, fora das várzeas a agricultura original se mostrava itinerante, deixando para trás áreas em pousio. Com a supressão contínua das florestas, surge a necessidade de repor no solo o nutriente retirado nas colheitas. Vinga a técnica da adubação.Desde a Antiguidade se conhecem vários produtos e resíduos utilizados na nutrição de plantas. Cinzas, restos de peixes, rochas moídas, fezes humanas, tudo se buscava aproveitar naquele tempo de incipiente sobrevivência humana. O progresso na domesticação dos animais revela o melhor de todos os adubos: o esterco bovino. Abundante, rico, o excremento faz do gado importante aliado na produção de alimentos. Fora o leite e a carne.No século 19, descobertas de sedimentos nas ilhas do Pacífico ficaram conhecidas como adubos de guano. Ricas em nitrogênio e fosfato, camadas com até 30 metros de espessura se formaram em milhares de anos de acúmulo de fezes de pássaros e morcegos. Nova fonte de fertilizantes orgânicos.Como os Corpos Minerais se Relacionam com os Corpos Vegetais, título da tese de doutorado publicada, em 1822, pelo jovem cientista alemão Justus von Leibig, a descoberta inicia a moderna agronomia. Leibig prova que as plantas crescem em função dos elementos químicos liberados no solo, e não, conforme então se supunha, por "comerem" a matéria orgânica. Começa a era dos fertilizantes artificiais. Vai imperar o NPK.Os avanços da ciência agronômica permitiram, por fim, chegar à hidroponia, a mais recente fronteira da quimificação agrícola. Nessa forma de produção, apropriada para hortaliças, até a terra se dispensa, substituída pela água fertilizada em bandejas, suspensas nas estufas. Nem Leibig acreditaria.Curioso é o mundo dos homens. A quimificação da agricultura provocou, desde seu início, reações em defesa da agricultura tradicional, de natureza orgânica. Várias correntes se instalam. Rudolf Steiner formula a biodinâmica em 1924. Em 1935, Mokiti Okada traça a agricultura natural. Renegam a química (incluindo agrotóxicos) e valorizam o húmus do solo, misturando filosofia com agronomia. Dá certo.No drama contemporâneo do aquecimento global, dois gases se mostram perigosos: o dióxido de carbono (CO2) e o metano, 21 vezes mais poderoso. O primeiro é sequestrado no processo da fotossíntese, liberando, em contrapartida, o oxigênio. Plantar árvores, portanto, ou cultivar qualquer vegetal, imobiliza carbono nas folhas, nos ramos e na madeira. Prosa ambiental positiva no campo.Sobre o metano, porém, a conversa anda negativa. Originado a partir da fermentação orgânica, seu cheiro pode impregnar-se nas várzeas onde, por exemplo, se irriga arroz. Os rebanhos bovinos, por sua vez, expelem-no nos arrotos que brotam da ruminação. No confinamento animal, ademais, dejetos orgânicos podem-se acumular no solo, liberando o fétido gás. Por essas e outras, há gente achando que, no combate ao efeito estufa, dever-se-ia impedir o arroz irrigado e aniquilar a boiada. Um exagero ambiental.É certo que na flatulência se expele metano. O fenômeno, aliás, não é exclusivo do gado, atingindo também os humanos. Fazer o quê, proibir? O fenômeno depende da alimentação. Na bovinocultura tropical o pastoreio livre ameniza o problema dos gases gerados no rúmen. Trata-se de uma vantagem do gado nacional, mais ecológico que a boiada estrangeira, estabulada no cocho. Ponto para o Nelore.Soam esquisitos alguns cálculos que os ideólogos urbanos apresentam, punindo o campo. Parecem querer rasgar a História da Civilização. Ultimamente alardeiam que se gastam 15 mil litros de água para cada quilo de carne produzida. Puro engodo. Para ser verdade a conta supõe que o gado nunca urine. E na natureza, ensinava Lavoisier, "nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". Inclusive o xixi, reciclado.Contra mudanças climáticas, sobra lição de casa para todos. A agricultura não escapará dessa tarefa. Soa estranho, porém, querer torná-la vilã do problema ambiental. Excluindo o horror do desmatamento e o calor das queimadas, a crise ecológica se gera na cidade. Agricultura, não, nela se produz comida. Bem adubada.

Disque Ambiente


Todo cidadão que presenciar crimes ambientais, como desmatamentos, queimadas, tráfico de animais silvestres, poluição do ar e emergências químicas, deve ligar para o Disque Ambiente (0800-113560) - o canal de denúncias e informações da Secretaria do Meio Ambiente.Criado há mais de 10 anos, a média de atendimentos é de 3 mil ligações por mês. Com a campanha de divulgação realizada durante a Semana do Meio Ambiente (entre os dias 2 a 5 de junho), o número de ligações cresceu 58% na comparação com o mês de maio. Em junho, foram registradas 4.686 ligações.A maior parte delas (51%), foram solicitações de informações sobre o meio ambiente. Na sequência, ficaram denúncias por emissão de fumaça (17,4%), supressão da vegetação, tráfico ilegal de animais silvestres e ocupações irregulares em área de proteção (6,3%) e poluição (4%).Atendimento 24 horasO Disque Ambiente foi aperfeiçoado em setembro do ano passado. Agora, o 0800 funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. O atendimento é feito por especialistas da área ambiental e com um menu simplificado, para não confundir a pessoa que faz a denúncia.Atualmente, 25 funcionários atendem às ligações. O denunciante que quiser se identificar pode acompanhar o caso. Ele recebe em casa uma correspondência esclarecendo os resultados da denúncia, que é encaminhada para os órgãos vinculados à Secretaria, como a Polícia Militar Ambiental, a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) e o Departamento Estadual de Proteção dos Recursos Naturais (DEPRN).Um dos objetivos da Secretaria é ampliar a divulgação do canal de denúncias e, com isso, aumentar a participação da sociedade para combater os crimes ambientais. Com a atual infraestrutura, o Disque Ambiente tem capacidade operacional para atender até 12 mil ligações todos os dias.

TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE



Este curso foi criado em 2003 tendo em vista os problemas ambientais numerosos e perturbadores que exigem à formação de profissionais que saibam lidar sabiamente com as questões ambientais. Como os problemas ambientais não estão restritos ao campo e muito mais se apresentam no meio urbano, o Curso aqui apresentado tem por objetivo a formação de profissionais que deverão saber lidar com o uso dos recursos naturais, produção sustentável, urbanização planejada, redução dos impactos ambientais e destinação final e tratamento adequado dos poluentes, podendo ainda estruturar ações de educação ambiental para comunidades, além de compor coordenações para implementação das Normas ISO em empresas. Com duração de um ano e meio, este curso é dividido em três importantes módulos, assim constituídos: Módulo I: Sistemas e Ecossistemas Brasileiros, Recursos Hídricos e Hidrografia do Brasil, Pedologia e Geomorfologia, Educação Sócio Ambiental, Climatologia, Cartografia. Módulo II : Processo de degradação Biológica Natural, Medidas de Decomposição e Biodigestão, Reciclagem de Resíduos, Tecnologia de Monitoramento dos Níveis de poluição, Aspectos e impactos Ambientais Urbanos/Rurais, Saúde e Meio Ambiente, Fontes de Poluição Fixas e Móveis.

Módulo III: Desenvolvimento Sustentável, Políticas Ambientais, Tratamento de efluentes, resíduos Urbanos e industriais, Projetos de Desenvolvimento Ambiental, Técnicas de Manejo e Recuperação de Ecossistemas Degradados, Instrumentos e Técnicas de Medição e Prevenção.
Ao aluno que cumprir os três módulos será conferido o diploma de Técnico em Meio Ambiente, pois será um profissional qualificado para compreender, tomar decisões e propor soluções para os problemas ambientais urbanos e rurais, trabalhando em empresas diversas, Órgãos Públicos, ONG's, Escolas, ou como autônomo. O Técnico Ambiental é reconhecido pela Lei Federal 10.410 de 11 de Janeiro de 2002, Art. 6º São atribuições dos titulares do cargo de Técnico Ambiental: I - prestação de suporte e apoio técnico especializado às atividades dos Gestores e Analistas Ambientais; II - execução de atividades de coleta, seleção e tratamento de dados e informações especializadas voltadas para as atividades finalísticas; e III - orientação e controle de processos voltados às áreas de conservação, pesquisa, proteção e defesa ambiental.

O Homem que se faz a si próprio

O Instituto Borges de Artes e Ofícios (IBAO) .

O legado Joaquim Borges e o “Lyceu de Itu”
Jonas Soares de Souza
Joaquim Bernardo Borges nasceu no início da segunda metade do século XIX em Vila Marin, Concelho de Mesão Frio, em Trás-os-Montes, nordeste de Portugal.
Com 15 anos de idade vem ao Brasil, para tentar “fazer fortuna”. A sua história de vida certamente é próxima àquela do médico e escritor português Miguel Torga, também natural de Trás-os-montes, contada no livro A criação do mundo (Coimbra, 1937):
“Numa madrugada de outubro, meu pai acordou-me.
- Filho, ergue-te, que são horas. Já vem a romper o dia.
Era a minha partida para o Brasil...
Meu pai acompanhou-me ao comboio. Na Vila fomos primeiro a uma tasca comer uma malga de tripas cada um, e, a seguir, dirigimo-nos para a estação ao encontro do senhor Gomes, que apareceu mesmo à hora da partida.
- Aqui entrego-lhe o pequeno. Faça por ele o que puder, que eu, apesar de pobre, lho agradecerei um dia. E tu, já sabes: o mundo é dos homens!
Sabia e não sabia, ao mesmo tempo. Mas fiz de conta que sim.
E, para mostrar que ia cheio de ânimo, disposto a lutar e vencer, subi para a carruagem como se nada fosse.
Eu próprio estava admirado da minha serenidade, quer à despedida em casa, quer ali. Mas apenas o comboio se pôs em andamento, e meu Pai foi ficando cada vez mais longe, lavado em lágrimas na gare, cegaram-se-me subitamente os olhos e chorei desesperadamente.
Da ponte sobre o Douro, no Porto, olhei a cidade onde vivera pela primeira vez longe do ninho... O comboio, frenético, avançava sempre. E eu, resignado no meu lugar, a vê-lo correr. Que remédio. Ia despachado para o desconhecido, e nada podia fazer”.
Borges desembarcou em Santos. Logo depois se dirigiu a Itu, onde começou a trabalhar na “loja de fazendas” de João Batista de Macedo, estabelecida na antiga rua Direita, hoje Paula Souza. Depois foi caixeiro da casa comercial de Manoel Joaquim Antunes Russo, onde se tornou funcionário exemplar e respeitado. Nessa época, a Guerra da Secessão americana desorganizou a lavoura de algodão do sul dos Estados Unidos, justamente quando aumentava a demanda do produto na Europa. Esses fatores conjunturais contribuíram para o desenvolvimento da lavoura do algodão no Brasil. Na província de São Paulo, as regiões próximas a Itu (Sorocaba e Porto Feliz) também ampliaram suas lavouras de algodão. Agora, além da demanda das fábricas locais (em Itu, Salto e Sorocaba), era possível multiplicar os ganhos com a exportação.
Manoel Russo passou para Joaquim Bernardo Borges a incumbência de comprar algodão em Porto Feliz. Borges conseguiu fazer tão bons negócios que, além de satisfazer plenamente as expectativas do patrão, teve e não desperdiçou a oportunidade de iniciar a formação do seu pecúlio. Quando o patrão morreu, Borges já tinha cabedal suficiente para montar o próprio negócio. Na rua do Comércio abriu uma promissora casa de comissões e consignações, especializada na compra e venda de algodão e chá. Era o início de uma fortuna, pouco a pouco acumulada, com “tino comercial” fora do comum e dedicação ao trabalho à moda de um “mouro”, como ainda se diz em Trás-os-montes. Em 1875 Borges fechou sua casa comercial em Itu e mudou-se para a capital da província. Em São Paulo, investiu sua fortuna em negócios imobiliários e investimentos nas casas bancárias, que então ganhava franco desenvolvimento com a euforia dos negócios gerados pela economia do café. Logo depois, regressou a Portugal, para viver na cidade do Porto, não muito longe do Conselho de Mesão Frio. Pouco tempo antes de morrer, fez o seu testamento. Datado da cidade do Porto, em 10 de novembro de 1920, o testamento destinava à Santa Casa de Misericórdia de Itu o legado de 4.455:024$000, constante de apólices e prédios localizados em São Paulo, “com a condição de fundar e administrar perpetuamente na cidade de Itu uma instituição que se denominará Instituto Borges de Artes e Ofícios e uma Maternidade”. Borges, como homem sensível às questões sociais e econômicas do seu tempo, devia conhecer de perto a trajetória da Santa Casa de Misericórdia de Itu. Ele viveu na cidade no período de consolidação da instituição, fundada em 1840 com o pecúlio de dois contos de réis deixado por Caetano José Portela. Quando em março de 1846 D. Pedro II visitou Itu e soube do empreendimento, o imperador também fez questão de deixar um donativo de três contos de réis. O historiador Francisco Nardy Filho lembra que foram proféticas as palavras de Cândido José da Mota na Câmara de Vereadores, quando propôs a fundação da Santa Casa: “estou convencido de que a generosidade do povo ituano virá em auxílio desta benemérita fundação”.
Borges morreu no Porto a 2 de janeiro de 1921. O provedor da irmandade da Santa Casa, José de Paula Leite de Barros, diria na homenagem ao máximo benfeitor de Itu: “Sua biografia, a história de sua modesta vida durante o tempo em que viveu nesta terra, que ele amava como a de seu nascimento, é curta e muito simples, como simples tem sido a vida do homem do trabalho em toda a parte, daquele que pelo próprio esforço consegue fazer sua independência, como na expressão americana – the self made man – o homem que se faz a si próprio, como é o caso de Joaquim Bernardo Borges. Na verdade, verdade, Borges se fez a si próprio. Quase criança chegou a Itu, não conhece a ninguém, ninguém o conhece. Como apresentação, traz apenas uma carta de um patrício de Santos ao Sr. Macedo, que desejava um empregado ativo e trabalhador. Emprega-se no comércio e, com trabalho e denodo, faz fortuna. Pelo caráter, pela sua honestidade, lealdade e bondade, conquista estima e consideração. Senhor de muitos haveres, ao sentir saudades dos seus, aplica com eficiência o seu capital, e volta a Portugal. Algumas décadas depois, próximo do fim da vida, prova que não se esquecera do Brasil e de Itu, a origem dos seus cabedais”.
De posse do legado, a cidade cumpriu a vontade do benfeitor. A Irmandade contratou os serviços de um dos melhores escritórios de engenharia e arquitetura existentes em São Paulo, o Escritório Técnico Ramos de Azevedo, para a fatura da planta do edifício que abrigaria o Instituto dos sonhos do caixeiro-viajante Borges. Ramos de Azevedo concluíra milhares de obras e dominava o panorama das edificações que remodelaram a capital paulista nas duas primeiras décadas do século XX. A historiadora da arquitetura Maria Cristina Wolff de Carvalho sintetizou muito bem a sua importância: “Pela tenacidade e ousadia de seu espírito empreendedor, Ramos de Azevedo foi o responsável por um legado arquitetônico cujo significado transcende o aspecto imediato dos seus edifícios”. Ramos de Azevedo também tinha um profundo relacionamento com o Liceu de Artes e Ofícios. Quando instalou o Escritório Técnico em São Paulo em 1886, ele chamou para auxiliá-lo o arquiteto Domiziano Rossi. Não descuidou de convocar também outros profissionais, todos italianos, como desenhistas, mestres-de-obras, serralheiros, pintores, pedreiros, decoradores e educadores. Com esses profissionais e artesãos de primeira linha, Ramos de Azevedo reformulou a Sociedade Propagadora de Instrução Popular transformando-a no Liceu de Artes e Ofícios, instituição que durante muitas décadas ditou as regras sobre o que era bom ou ruim na arquitetura e no mobiliário em geral. Os professores do Liceu criaram uma sólida reputação de honestidade na escolha de materiais, de perfeccionismo na confecção e acabamento dos produtos e de seriedade no ensino das artes e ofícios. Os edifícios ou as casas da classe média paulistana ganhavam uma certa “aura” de importância se incorporassem produtos do Liceu: grades, gradis, portas, portões, janelas, lambris, móveis, estofados,artefatos de serralheria artística etc. É oportuno lembrar que Ramos de Azevedo, em parceria com Paula Souza, já tinha participado da reforma da fachada da Igreja Matriz de Itu e que ele pertencia à Irmandade da Santa Casa de São Paulo. Por outro lado, Ramos de Azevedo projetou outras instituições educacionais como a Escola Normal de São Paulo e o Liceu de Artes e Ofícios de Campinas.
Em 1921 José de Paula Leite de Barros procurou Ramos de Azevedo para tratar do projeto do “Lyceu de Itu”. Ele mesmo narrou o encontro com o arquiteto famoso: “O Dr. Ramos de Azevedo recebeu-me com sua reconhecida simplicidade de maneiras, e depois de inteirar-se do motivo que me levava à sua presença, com aquele sorriso que lhe é peculiar, respondeu-me: Um pedido da Irmandade da Misericórdia de Itu é para mim mais que uma ordem, tanto mais que se trata de satisfazer a vontade de um benemérito, e que vem cooperar para o progresso do meu adorado São Paulo”. A Mesa Administrativa fez os procedimentos para a aquisição do terreno, escolhendo-se o de propriedade de Ângelo Bordini, situado no antigo Largo da Caixa D’Água, hoje Praça Conde de Parnaíba. O imóvel, do tamanho de um quarteirão inteiro, custou 32:013$000. O zeloso provedor, ansioso por ver o edifício levantar-se do chão, cumpriu rigorosamente a determinação do testamento: o Instituto devia ser construído com os rendimentos que produzisse o valioso legado durante três anos. O legador preocupou-se em manter o principal do legado. Ao cair em mãos competentes, o legado materializou-se numa instituição modelar em pouco tempo: o Instituto Borges de Artes e Ofícios, conhecido como “Lyceu de Itu”. A construção coube aos engenheiros-arquitetos Geribello e Quevedo.
A 28 de outubro de 1924 inaugurou-se com pompa e circunstância o Instituto Borges de Artes e Ofícios da cidade de Itu. No antigo vazio do Largo da Caixa D’Água agora se via uma elegante massa arquitetônica. Cumprindo a vontade expressa do benfeitor máximo, a Irmandade da Santa Casa ordenou também a construção do edifício da Maternidade. A planta, de autoria do engenheiro arquiteto José Maria da Silva Neves, foi executada sob fiscalização do engenheiro Sérvulo Pacheco e Silva. No ano da inauguração da Maternidade Borges o patrimônio total da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itu era de 6.492:839$803. Desse total, o patrimônio do Instituto Borges respondia pela importância de 5:237:912$623. O belo edifício da Maternidade construído ao lado da Santa Casa foi inaugurado a 12 de março de 1939 em cerimônia presidida pelo provedor Pedro de Paula Leite, na presença do Senhor Interventor do Estado, Ademar de Barros.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Plantemos para o Planeta (P.P.P)

Visando aumentar o poder de pressão dos cidadãos sobre grandes empresas e políticos e tendo como intuito fazer com que esses abracem o desafio da mudança climática, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) lançou a iniciativa mundial para o plantio de árvores Plantemos para o Planeta: Campanha 7 Bilhões de Árvores. Pessoas, comunidades, empresas e indústrias, organizações de sociedade civil e governos são encorajados a fazer um compromisso de participação on-line, a fim de plantar, ao menos, 7 bilhões de árvores em todo o mundo (1 árvore para cada pessoa do planeta) até Dezembro de 2009

Mata Atlântica


Mais do que regiões isoladas de natureza selvagem, a Mata Atlântica interfere diretamente na vida de 70% da população brasileira. Sua importância se reflete na economia, no desenvolvimento, nas relações sociais nas cidades, entre muitos outros aspectos. A floresta é fonte de água, controla o clima, preserva espécies, protege encostas, permite pesquisas... ou seja, oferece serviços diretos para quem vive nos cerca de 3 mil municípios de seu domínio.
De outro lado, as atividades humanas influenciam a sobrevivência dos últimos remanescentes de Mata Atlântica: pela produção de lixo, poluição das águas e uso de energia, pelo consumo de alimentos e de bens insustentáveis, além de ocupações irregulares, turismo predatório, exploração ilegal.A questão ambiental está presente em todas as áreas da vida e, mais do que parece, desenvolver atitudes responsáveis pode implicar em sociedades mais sustentáveis. Também produz conscientização de mais pessoas e, consequentemente, aumenta as chances de conservação da natureza.
Você pode contribuir para a preservação da Mata Atlântica. A WWF-Brasil fez uma lista com dicas sobre consumo consciente, mobilização, preservação e economia. FAÇA A SUA PARTE!

MISSÃO

MISSÃO:
1. Propor, desenvolver, executar e monitorizar a execução das políticas de ambiente e de desenvolvimento sustentável, nomeadamente nos domínios do combate às alterações climáticas, da proteção da camada do ozono, da proteção do meio marinho, da qualidade do ar, do ruído, dos resíduos, da recuperação e valorização dos solos e locais contaminados e da prevenção de riscos industriais graves e da segurança ambiental e das populações.
2. Promover a cidadania ambiental.