sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O Desenvolvimento Industrial no Reino Unido, suas diversas fases e a importancia para o mundo.

O Desenvolvimento Industrial no Reino Unido, suas diversas fases e a importancia para o mundo.
Introdução
O Reino Unido foi pioneiro no processo da Revolução Industrial por diversos fatores:
Pela aplicação de uma política econômica liberal desde meados do século XVIII. Antes da liberalização econômica, as atividades industriais e comerciais estavam cartelizadas pelo rígido sistema de guildas, (corporação artesanal), razão pela qual a entrada de novos competidores e a inovação tecnológica eram muito limitados. Com a liberalização da indústria e do comércio ocorreu um enorme progresso tecnológico e um grande aumento da produtividade em um curto espaço de tempo.
O processo de enriquecimento britânico adquiriu maior impulso após a Revolução Inglesa, que forneceu ao seu capitalismo a estabilidade que faltava para expandir os investimentos e ampliar os lucros.
A Grã-Bretanha firmou vários acordos comerciais vantajosos com outros países. Um desses acordos foi o Tratado de Methuen, celebrado com a decadência da monarquia absoluta portuguesa, em 1703, por meio do qual conseguiu taxas preferenciais para os seus produtos no mercado português.
A Grã-Bretanha possuía grandes reservas de ferro e de carvão mineral em seu subsolo, principais matérias-primas utilizadas neste período. Dispunham de mão-de-obra em abundância desde a Lei dos Cercamentos de Terras, que provocou o êxodo rural. Os trabalhadores dirigiram-se para os centros urbanos em busca de trabalho nas manufaturas.
A burguesia inglesa tinha capital suficiente para financiar as fábricas, adquirir matérias-primas e máquinas e contratar empregados.
Para ilustrar a relativa abundância do capital que existia na Inglaterra, pode se constatar que a taxa de juros no final do século XVIII era de cerca de 5% ao ano; já na China, onde praticamente não existia progresso econômico, a taxa de juros era de cerca de 30% ao ano

A Revolução Industrial consistiu em um conjunto de mudanças tecnológicas com profundo impacto no processo produtivo em nível econômico e social. Iniciada na Inglaterra em meados do século XVIII, expandiu-se pelo mundo a partir do século XIX.
Ao longo do processo (que de acordo com alguns autores se registra até aos nossos dias), a era agrícola foi superada, a máquina foi suplantando o trabalho humano, uma nova relação entre capital e trabalho se impôs, novas relações entre nações se estabeleceram e surgiu o fenômeno da cultura de massa, entre outros eventos.
Essa transformação foi possível devido a uma combinação de fatores, como o liberalismo econômico, a acumulação de capital e uma série de invenções, tais como o motor a vapor. O capitalismo tornou-se o sistema econômico vigente.
Antes da Revolução Industrial, a atividade produtiva era artesanal e manual (daí o termo manufatura), no máximo com o emprego de algumas máquinas simples. Dependendo da escala, grupos de artesãos podiam se organizar e dividir algumas etapas do processo, mas muitas vezes um mesmo artesão cuidava de todo o processo, desde a obtenção da matéria-prima até à comercialização do produto final. Esses trabalhos eram realizados em oficinas nas casas dos próprios artesãos e os profissionais da época dominavam muitas (se não todas) etapas do processo produtivo.
Com a Revolução Industrial os trabalhadores perderam o controle do processo produtivo, uma vez que passaram a trabalhar para um patrão (na qualidade de empregados ou operários), perdendo a posse da matéria-prima, do produto final e do lucro. Esses trabalhadores passaram a controlar máquinas que pertenciam aos donos dos meios de produção os quais passaram a receber todos os lucros. O trabalho realizado com as máquinas ficou conhecido por maquinofatura.
Esse momento de passagem marca o ponto culminante de uma evolução tecnológica, econômica e social que vinha se processando na Europa desde a Baixa Idade Média, com ênfase nos países onde a Reforma Protestante tinha conseguido destronar a influência da Igreja Católica: Inglaterra, Escócia, Países Baixos, Suécia. Nos países fiéis ao catolicismo, a Revolução Industrial eclodiu, em geral, mais tarde, e num esforço declarado de copiar aquilo que se fazia nos países mais avançados tecnologicamente: os países protestantes.
De acordo com a teoria de Karl Marx, a Revolução Industrial, iniciada na Grã-Bretanha, integrou o conjunto das chamadas Revoluções Burguesas do século XVIII, responsáveis pela crise do Antigo Regime, na passagem do capitalismo comercial para o industrial. Os outros dois movimentos que a acompanham são a Independência dos Estados Unidos e a Revolução Francesa que, sob influência dos princípios iluministas, assinalam a transição da Idade Moderna para a Idade Contemporânea. Para Marx, o capitalismo seria um produto da Revolução Industrial e não sua causa.
Com a evolução do processo, no plano das Relações Internacionais, o século XIX foi marcado pela hegemonia mundial britânica, um período de acelerado progresso econômico-tecnológico, de expansão colonialista e das primeiras lutas e conquistas dos trabalhadores. Durante a maior parte do período, o trono britânico foi ocupado pela rainha Vitória (1837-1901), razão pela qual é denominado como Era Vitoriana. Ao final do período, a busca por novas áreas para colonizar e descarregar os produtos maciçamente produzidos pela Revolução Industrial produziu uma acirrada disputa entre as potências industrializadas, causando diversos conflitos e um crescente espírito armamentista que culminou, mais tarde, na eclosão, da Primeira Guerra Mundial (1914).
A Expansão pelo mundo
Após 1830, a produção industrial se descentralizou da Inglaterra e se expandiu rapidamente pelo mundo, principalmente para o noroeste europeu, e para o leste dos Estados Unidos da América. Porém, cada país se desenvolveu em um ritmo diferente baseado nas condições econômicas, sociais e culturais de cada lugar.
Na Alemanha com o resultado da Guerra Franco-prussiana em 1870, houve a Unificação Alemã que, liderada por Bismarck, impulsionou a Revolução Industrial no país que já estava ocorrendo desde 1815. Foi a partir dessa época que a produção de ferro fundido começou a aumentar de forma exponencial.
Na Itália a unificação política realizada em 1870, à semelhança do que ocorreu na Alemanha, impulsionou, mesmo que atrasada, a industrialização do país. Essa só atingiu ao norte da Itália, pois o sul continuou basicamente agrário.
Muito mais tarde, começou a industrialização na Rússia, nas últimas décadas do século XIX. Os principais fatores para que ela acontecesse foram a grande disponibilidade de mão-de-obra, intervenção governamental na economia através de subsídios e investimentos estrangeiros à indústria.
Nos Estados Unidos a industrialização começou no final do século XVIII, e foi somente após a Guerra da Secessão que todo o país se tornou industrializado. A industrialização relativamente tardia dos EUA em relação à Inglaterra pode ser explicada pelo fato de que nos EUA existia muita terra per capita, já na Inglaterra existia pouca terra per capita, assim os EUA tinham uma vantagem comparativa na agricultura em relação à Inglaterra e consequentemente demorou bastante tempo para que a indústria ficasse mais importante que a agricultura. Outro fator é que os Estados do sul eram escravagistas o que retardava a acumulação de capital, como tinham muita terra eram essencialmente agrários, impedindo a total industrialização do país que até a segunda metade do século XIX era constituído só pelos Estados da faixa leste do atual Estados Unidos.
O término do conflito resultou na abolição da escravatura o que elevou a produtividade da mão de obra. aumentando assim a velocidade de acumulação de capital, e também muitas riquezas naturais foram encontradas no período incentivando a industrialização.
A modernização do Japão data do início da era Meiji, em 1867, quando a superação do feudalismo unificou o país. A propriedade privada foi estabelecida. A autoridade política foi centralizada possibilitando a intervenção estatal do governo central na economia, o que resultou no subsidio a indústria. E como a mão-de-obra ficou livre dos senhores feudais, ocorreu assimilação da tecnologia ocidental e o Japão passou de um dos países mais atrasados do mundo a um país industrializado.
As consequências da Revolução Industrial
A partir da Revolução Industrial o volume de produção aumentou extraordinariamente: a produção de bens deixou de ser artesanal e passou a ser maquinofaturada; as populações passaram a ter acesso a bens industrializados e deslocaram-se para os centros urbanos em busca de trabalho. As fábricas passaram a concentrar centenas de trabalhadores, que vendiam a sua força de trabalho em troca de um salário.
Outra das consequências da Revolução Industrial foi o rápido crescimento econômico. Antes dela, o progresso econômico era sempre lento (levavam séculos para que a renda per capita aumentasse sensivelmente), e após, a renda per capita e a população começaram a crescer de forma acelerada nunca antes vista na história. Por exemplo, entre 1500 e 1780 a população da Inglaterra aumentou de 3,5 milhões para 8,5, já entre 1780 e 1880 ela saltou para 36 milhões, devido à drástica redução da mortalidade infantil.
A Revolução Industrial alterou completamente a maneira de viver das populações dos países que se industrializaram. As cidades atraíram os camponeses e artesãos, e se tornaram cada vez maiores e mais importantes.
Na Inglaterra, por volta de 1850, pela primeira vez em um grande país, havia mais pessoas vivendo em cidades do que no campo. Nas cidades, as pessoas mais pobres se aglomeravam em subúrbios de casas velhas e desconfortáveis, se comparadas com as habitações dos países industrializados hoje em dia. Mas representavam uma grande melhoria se comparadas as condições de vida dos camponeses, que viviam em choupanas de palha. Conviviam com a falta de água encanada, com os ratos, o esgoto formando riachos nas ruas esburacadas.
O trabalho do operário era muito diferente do trabalho do camponês: tarefas monótonas e repetitivas. A vida na cidade moderna significava mudanças incessantes. A cada instante, surgiam novas máquinas, novos produtos, novos gostos, novas modas
A industrialização no Brasil
O Brasil, como uma antiga colônia de uma nação europeia, faz parte de um grupo de países de industrialização tardia.
A industrialização no Brasil pode ser dividida en quatro períodos principais: o primeiro período, de 1500 a 1808, chamado de "Proibição"; o segundo período, de 1808 a 1930, chamado de "Implantação"; o terceiro período, de 1930 a 1956, conhecido como fase da Revolução Industrial Brasileira e finalmente o quarto período, após 1956, chamado de fase da internacionalização da economia brasileira.
Conclusão.
Com o avanso tecnologico concluimos que o processo de espansão mundial foi relevante para o surgimento do mercosuul , alca e liberdade de globalização .
Mais se pensarmos em meio ambiente teremos diversos fatores negativos com o desenvolvimento industrial não notamos em momento algum o fator de destruição do ecosistema ( o governo de epoca era omisso ) , o mundo era imediatista .
Crescer e se desenvolver eram palavras de ordem,Meio Ambiente não existia ,
Avida Humana o meio e a sustentabilidade era para as lideranças politicas da epoca palavras e atitudes desconhecidas

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

GEOGRAFIA AMBIENTAL

GEOGRAFIA AMBIENTAL
OBJETIVOS:
Refletir sobre a interface sociedade natureza nas diversas dimensões espaciais;
Conhecer os conceitos da geografia, cartografia e da economia ambiental;
Reconhecer os principais problemas socioambientais;
Identificar os processos de uso e ocupação do solo, na sociedade rural e urbana;
GEOGRAFIA AMBIENTAL
Construir gráficos, perfis topográficos, mapas com uso de tecnologias atuais;
Correlacionar os elementos e fatores interdependentes na estabilidade dos ecossistemas local e global.
GEOGRAFIA AMBIENTA
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS:
Relação sociedade natureza: dos primórdios a contemporaneidade;
Princípios da ecogeografia, cartografia e globalização;
Globalização, mercado e produção flexível;
Uso e ocupação dos recursos naturais local, regional, nacional e planetário;
GEOGRAFIA AMBIENTA
Apropriação dos recursos naturais e suas conseqüências ambientais;
Cartografia básica e instrumental;
Leitura e interpretação de mapas;
Construção de mapas, gráficos, tabelas e perfis topográficos;
Organização e planejamento cartográfico;
Noções de fotogrametria;
mapeamento com uso de bússola, trena e GPS.
GEOGRAFIA AMBIENTA
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E RECURSOS DIDÁTICOS
Aulas expositivas com discussão;
Leituras e reflexões de textos e cartas temáticas;
Seminários temáticos em grupo contextualizado com as problemáticas ambientais;
Aula prática em campo utilizando bússola, trena e GPS;
Recursos didáticos: livros, textos, internet, data-show, retro projetor, televisão e DVD.
CARTOGRAFIA
CARTOGRAFIA
ORIENTAÇÃO
Pontos cardeais:
N – norte ou setentrional
S – sul ou meridional
E – este, leste ou oriente
O – oeste ou ocidente
CARTOGRAFIA
Pontos colaterais:
NE: nordeste
NO ou NW: noroeste
SE: sudeste
SO ou SW: sudoeste
CARTOGRAFIA
Pontos subcolaterais:
ENE: lés-nordeste
ESE: lés-sudeste
SSE: su-sudeste
NNE: nor-nordeste
NNO/NNW: nor-noroeste
SSO/SSW: su-sudoeste
OSO/WSW: oés-sudoeste
ONO/WNW: oés-noroeste
PLANETA TERRA
Principais movimentos do Planeta:
Rotação: movimento que a Terra executa em torno do seu próprio eixo, com duração de 24 h, e de sentido do oeste para leste. Determina a sucessão dos dias e das noites.
PLANETA TERRA
Translação: movimento que a Terra executa em torno do Sol, com duração de 365 dias e 6 h. Determina o período de 1 ano, as quatro estações do ano e as diferentes durações dos dias e das noites
COORDENADAS GEOGRÁFICAS
São um conjunto de linhas imaginárias, paralelos e meridianos, que servem para localizar um ponto ou acidente geográfico na superfície terrestre.
Latitude: distância em graus de qualquer ponto da superfície terrestre até a linha do Equador. Varia de 0° a 90° para o norte e para o sul do paralelo principal (o Equador).
Longitude: distância em graus de qualquer ponto da superfície terrestre até o Meridiano de Greenwich. Varia de 0° a 180° para leste e para o oeste de Greenwich.
FUSOS HORÁRIOS
Cada fuso horário equivale a 15° ou 1 hora.
Cada 15° (1 fuso) para leste corresponde a uma hora a mais e, para oeste, 1 hora a menos.
O Brasil, devido a sua grande extensão leste-oeste, apresenta 4 fusos horários, todos a oeste de Greenwich, portando atrasados em relação às horas de Londres.
PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS
A representação de uma superfície esférica num plano, como é o mapa, traz, forçosamente, deformações que podem ser de distâncias, áreas e de ângulos. Desse modo, quanto aos erros de representação da Terra num mapa, as projeções podem ser:
Eqüidistantes: as que mantêm as distâncias.
Equivalentes: as que conservam a proporcionalidade de áreas entre a superfície da Terra e a do mapa e os ângulos deformados.
Conformes: quando os ângulos são iguais na Terra e no mapa e as áreas apresentam-se deformadas

Sociedade precisa se engajar mais na defesa do meio ambiente

A sociedade precisa sair da posição de cliente das ações de proteção ambiental e assumir o papel de protagonista como ser decisivo nesse processo” – afirmou a mestra em Direito Ambiental Tatiana Monteiro da Costa e Silva, da Comissão de Meio Ambiente da OAB, ao abrir nesta quarta-feira à noite no auditório da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso a 4ª Semana do Meio Ambiente e o 5º Congresso Nacional de Meio Ambiente da OAB, cujo tema é “Os desafios da gestão ambiental no Brasil: perspectiva de Mato Grosso”. Renomados ambientalistas estão em Mato Grosso para participar até o dia 21, dos debates. Mais de 260 pessoas estão acompanhando as palestras e debates, o que demonstra o grande interesse pelo evento.

Por sua vez, o presidente da Comissão.do Meio Ambiente da OAB, Leonardo Pio da Silva Campos, que falou em seguida, lembrou a árdua luta que essa comissão, criada em 2004, tem travado, inclusive na Justiça, em defesa do meio ambiente. E ressaltou a abrangente atuação da CMA, inclusive fora do âmbito da OAB, com a participação dos advogados em diversas questões relacionadas ao meio ambiente não só de Cuiabá, mas do próprio Estado. Com a atuação da CMA, muitos advogados acabaram se enveredando pelo Direito Ambiental e só o Conselho Estadual do Meio Ambiente – Consema conta atualmente com 17 profissionais especializados nessa área.

O presidente da OAB, Francisco Faiad, também enalteceu a profícua atuação não apenas da CMA, mas de todas as 31 comissões temáticas que tem feito de tudo pelo engrandecimento da instituição mato-grossense. .Ao lembrar que todas as comissões da OAB se reúnem pelo menos uma vez por mês para discutir assuntos de interesse da sociedade, Faiad ressaltou que a OAB não é um prédio vazio. Muito pelo contrário, com o papel que as comissões temáticas desempenham, é um prédio onde pulsa na busca pela justiça, conhecimento, cultura.

O evento recomeça na manhã desta quinta-feira com o 2º painel “Responsabilidade administrativa ambiental – o novo decreto federal nº 6.514 de 2008”. 1ª palestra – “Avanços e retrocessos no novo Decreto Federal nº 6.514 de 2008”; 2ª palestra – “Responsabilidade administrativa ambiental”; 3ª palestra – “Conflito quanto ao aspecto da composição do dano, a luz dos artigos 12 e 139 do Decreto Federal nº 6.513 de 2008”: 4ª palestra – “Responsabilidade ambiental: aspectos éticos e jurídicos.

Período noturno – 3º painel: Questão indígena e PCH, com lançamento das obras Patrimônio cultural e sua tutela jurídica e Advocacia ambiental: segurança jurídica para empreender. 1ª palestra – “Reflexos da cultura indígena no direito ambiental”; 2ª palestra – “Critérios de demarcação de área indígena na visão dos tribunais”: 3ª palestra – “Os critérios do licenciamento de PCH em entorno de área indígena”; 4ª palestra – “Conflito de atribuições entre os órgãos integrantes do SISNAMA no tocante a fiscalização de atividades licenciadas”.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

50 idéias em favor do meio ambiente

Cerca de 850 pessoas, entre vereadores, prefeitos e lideranças comunitárias, participaram do primeiro seminário, da série de cinco, realizados pela Secretaria do Meio Ambiente e pela Uvesp. “O vereador é o mais próximo do cidadão, e ele compreende muito bem a sua função”, disse o presidente da Uvesp Sebastião Misiara. Xico Graziano, secretário estadual do Meio Ambiente, não escondeu sua emoção ao afirmar: "Não muito tempo atrás, reuniam-se no máximo 10 pessoas para defender o meio ambiente. Hoje, vejo com satisfação as lideranças de 95 municípios das regiões de Rio Preto e Catanduva discutindo a preservação do nosso planeta".A mesma programação, ou seja, a distribuição da cartilha “50 idéias em favor do meio ambiente”, a análise das leis propostas e abordagem dos temas, acontecerá também em Itu, amanhã, no Itu Plaza Hotel. A expectativa é que mais de 100 municípios estejam presentes no evento. O seminário terá início às 9h com as inscrições e pronunciamento das autoridades. No período da tarde haverá um sorteio de um notebook, às 14h, seguindo-se de palestras, novos sorteios, debates e entrega das cartilhas e certificados de participação nos debates do projeto “Município Verde Azul.

palestras

debate sobre as políticas ambientais emergentes, bem como os processos de preservação e conservação do meio nos níveis estadual, regional e local”, destacando que as políticas ambientais foram debatidas a partir de palestras